quarta-feira, setembro 19, 2007
Agonia Arrepiante
Horas que avançam
Indefinições que perduram,
Sentimentos que destroçam
Dores que abundam.

Vida desesperante
Agonia arrepiante
Mergulhada em dias sem cor,
Sem carinho, atenção nem amor.

A necessidade de um novo rumo,
De algo bom para animar,
Que faça parte habitual de consumo
De uma alma que se está a matar.

Constantemente,
Efusivamente e loucamente.

 
posted by João Filipe Ferreira at 6:41 da tarde | Permalink |


7 Comments:


  • At 9:39 da tarde, Anonymous carla granja

    fOLÁ! VOLTEI. TÁS BEM? É CLARO K KERO O TEU LIVRO E PODES ENVIAR:)
    HOJE O TEU POEMA ME FAZ LEMBRAR OS DO PEDRO MUITO SOLITÁRIOS:) MAS É SÓ UM POEMA NÉ! :) MAS TÁ LINDO E NAOTEMOS K ESCREVER SÓ POEMAS DE AMOR , PAZ , ALEGRIA, ROMANCE,MAIS DOCES :) EHEHEH TEMOS DE ESCREVER DE TUDO UM POUCO . E PARA TE PROVAR COMO EU TMB TENHO ALGO DIFERENTE VÊM AO MEU BLOG PA RECEBER UM ABRAÇO :) EHEHEHEHEHEH
    OS MEUS POEMAS SAO SEMPRE A MESMA COISA É TIRA O CD E METE-O OUTRA VEZ:)NÃO LIGUES ÁS MINHAS PARVOICES. ESPERO K O LIVRO VENHA COM UM EXTRA COMO FALASTE:)
    BJO
    CARLA GRANJA

     
  • At 11:11 da manhã, Anonymous Sarita

    Fico triste por saber que estás assim....espero sinceramente que encontres alguém que te dê esse carinho, atenção e amor que tanto precisas. Que a tua vida volte a ser colorida!

    Beijinho Grande

     
  • At 2:05 da tarde, Blogger Palavras ao vento

    Querido poeta,

    Um poema belíssimo... Mas um bocado triste devido seres tão novo!

    Abre as tuas asas e voa em procura de novos horizontes... O arco- iris espera por ti!

    Beijinhos

    Maria

     
  • At 9:03 da tarde, Blogger Maria

    Olá João, obrigada pela visita e obrigada pelo convite para escrever no luso poemas, vou pensar no assunto.

    O meu tempo é mt escasso a faculdade ocupa-me bastante e este ano é trabalhoso, isso não significa que não escreva porque não consigo ficar sem escrever.Fico é sem publicar, e tb porque normalmente escrevo apenas para mim.

    Gostei mt do teu espaço vou voltar de ceretza e vou-te linkar.

    Beijinho

    FF

     
  • At 3:12 da tarde, Blogger Carla Costeira

    Lindo poema João!

    Eu sei que nem tudo o que nós escrevemos é o que nós sentimos, tal como Fernando Pessoa escreveu e bem, o Poeta é um fingidor!
    jinhossssss :)

     
  • At 11:06 da tarde, Blogger pessoa nenhuma

    adorei o poema..carregado de melancolia...
    escrita reveladora de que te ouves, podendo ou não pronunciares um eco longo, prolongado, gritante do que escutaste em ti...para os outros ouvirem, talvez bem ao longe, tão longe, tão sumidamente...os poetas recorrerem por diversas vezes às hiperboles para os outros o ouvirem, ou por serem sinónimos de seus gritos imprimidos em letras que por catarse nos ajudam...e à posteriori nos trazem um sorriso :)

     
  • At 11:16 da manhã, Blogger suruka

    Lindo, profundo e simples ao mesmo tempo.

    Gostei

     


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