
Que 2008 seja recheado de coisas boas e imensa felicidade...
até para o ano.........2008 =)

O acordo ortográfico da língua portuguesa é somente o ASSASSINAR da cultura portuguesa, a identidade portuguesa e a história de um país / cultura.
Acabam com os c’s, com os acentos, e não se acabam com estes senhores que resolvem tomar as decisões de uma população. Provavelmente caso fosse referendado seria reprovada esta ideia, então resolveu-se trinchar o problema pela raiz e decidir sem que o povo fosse consultado.
De facto esta mudança incomoda-me bastante, não só porque não vejo vantagens para os PORTUGUESES, como para quem quer que seja.
A cedência de verdadeiro e original português é somente o deixar perder-se no tempo uma identidade, algo próprio e nosso. Qual a vantagem de ceder para ser umas das línguas mais faladas no mundo? O que ganhamos com isso? NADA. Apenas a mania de querer aparecer no ranking das línguas mais faladas, quando isso não interessa para nada. O inglês, mandarim, espanhol, etc. etc. continuarão sempre na frente.
Depois qual o interesse em estragar a nossa língua para que o português brasileiro seja idêntico? Não sei qual a vantagem, continuaremos a nos “entender” como hoje… o autocarro será sempre o ônibus para os brasileiros, e isso é um FACTO (e não fato).
Os antigos escritores onde a língua portuguesa era “moldada” e levada a sério e bem falada/escrita serão considerados maus e desadequados.
Como se sentirão os alunos que na escola chumbaram porque deram mais do que 3 erros num ditado? Sendo alguns deles a falta do c em facto ou o p em baptista? Será que os vão compensar por terem errado no que afinal vai estar certo?
Como se sentirá o Victor ao saber que tem que ser de novo baptizado para não ser considerado um erro da sociedade?
Será que o Humberto vai sofrer alguma depressão ao ver Umberto no seu Bilhete de identidade?
Perguntem se os franceses ou os ingleses querem mudar a língua. JAMAIS, é algo deles, algo próprio e da qual se orgulham. Os americanos falam o seu inglês, e os ingleses o seu. Mas nós vamos sempre em cantigas…e vão dar a nossa identidade, algo que tínhamos como nosso para ficar bonito no ranking e para “dar” a língua a outros.
Não nos entendem? Problemas deles, que aprendam a nossa lingua ou então “safem-se” como nós sempre fazemos em relação aos outros.
Textos onde palavras como fato em vez de facto, Batista em vez de baptista, ação em vez de acção, passam-me completamente ao lado…e em quanto puder irão continuar a passar…
Como se poderá dizer que palavras como acção vêm do latim? Em latim era actione. Não reconheço que este acordo seja capaz de valer uma estória igual a tantas outras historias que foram criadas. Foi apenas um triste momento de um ipocrita (hipócrita) que de fato vestido criou um fato (facto) marcante em algo nosso.
Voas livremente,
Rasgas os céus com malabarismos
E sentes o vento a tocar-te,
A vibrar-te a alma e a fazer-te sentir vivo.
Pelas ranhuras deste espaço a que chamo casa.
Por estas “grades” onde passo os meus dias
Sombrios e cheios de esperança.
De conhecer um mundo, de sentir os prazeres da vida,
E eu somente o azar de estar preso mesmo sabendo voar?
Sempre com alegria e felicidade
E eu a necessidade de os sentir com sonhos,
Sonhos de uma liberdade, sonhos de uma vida tão distante?
Por fora…
E eu somente livre em sonhos,
Preso por dentro…. E preso por fora?
Imagino-me a voar, como tu fazes…
Imagino-me livre, como tu te sentes…
Imagino-me a viver como tu vives…
Libertar o meu pensamento
Por estas “grades” que me rodeiam
E sentir que ainda estou vivo.
Que um dia voarei como tu…
Parabéns ao Meu Irmão por mais um Aniversário...
Vou insistir
Em mudar, em encontrar,
O antídoto para a paranóia acabar.
Perco-me numa mente “torturada”,
Onde o horizonte foi rejeitado,
Apunhalado e mal tratado.
Dando o tudo que afinal não era nada.
Percorre em mim rasgos de raiva, ódio e desespero.
Criei dentro de mim o meu pior amigo.
O agressor austero,
O meu maior inimigo.
Vou insistir
Em mudar, em encontrar,
O antídoto para a paranóia acabar.
Mergulho mágoas
Nas gélidas aguas de Inverno.
Solto suspiros torturantes
No ar já comprimido de tédio.
As horas já avançam
Os minutos já se fazem ouvir.
O som já faz estremecer,
A gélida parede que já começou a ruir.
Vou insistir
Em mudar, em encontrar,
O antídoto para a paranóia acabar.
Nada quero dizer…
Se nada consigo dizer?


e quando menos esperamos.....já está aí o natal....
Até que Enfim....
Natal....época mágica.... mais comercial que sentimental nos dias que correm, mas linda na mesma, pela beleza que trás, pelo colorido que representa e pela magia que nos absorve.
Só sinto o bater do coração,
E o som do respirar.
Sinto-me cansado dos meus dias,
Sinto-me farto de sonhar.
Sinto-me somente a delirar.
Por algo que talvez nunca apreciarei.
Ou então por algo que para trás deixei.
Queria fazer o tempo andar para trás.
Crescer de novo
E agarrar com força o que um dia escapou-me das mãos,
Do pensamento…da minha vida.
Queria voltar a ser pequenino
E esta caminhada, de novo começar.
Com esta angustia no respirar.
E com o medo do que irei pela frente encontrar.
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