At 2:35 PM, Isabel José António
Caro Amigo João Filipe Ferreira,
Muito obrigado pela sua visita a um dos nossos espaços.
Gostei muito desta música mas o que me chamou mais a atenção, nem sequer foi a música. Foram sim as palavras que deixou no anterior post.
Essas sim.
Gostava de lhe deixar aqui umas "dicas" neste sentido:
- A um nível muito profundo, todos estamos interligados;
- Ninguém está, de facto, sozinho;
- O que acontece, na maior parte dos casos, é que não conseguimos descobrir, que todas as soluções, todos os caminhos e todas as procuras, estão sempre dentro de nós mesmos;
- Todos temos os "aparelhos biológicos" que nos permitem descobrirmo-nos a nós mesmos. Podem estar um pouco desactivados, de tão pouco uso que lhe damos, mas estão lá à espera que os descubramos e os punhamos em funcionamento;
- Não há longe nem perto. Todos estamos no lugar onde devemos, o qual é adequado para aquilo que temos de aprender nesta vida;
- Por vezes basta mudar de olhar e começar a VER, para que a nossa visão sobre as diversas questões, a que damos importância (sejam dinheiro, relacionamentos, solidão, desejos diversos, posição social, etc., etc., mude.
- As mudanças (que são as constantes da vida, como dizia Gedeão)estão sempre a acontecer. Tudo muda (as nossas células, a nossa maneira de pensar, a nossa ficionomia, etc., etc.)menos a nossa maneira de pensar, que, normalmente, é sempre a mesma.
- E assim, andamos uma vida inteira a "cumprir religiosamente" a via sacra dos círculos viciosos ou a dar em becos sem saída.
Busque-se a si mesmo. Quem é? O que faz aqui? O quer da vida e o que quer dar à vida? Qual é o seu propósito, nesta passagem?
Interrogue-se sempre. Não procure logo as respostas. Mas vá sempre fazendo estas perguntas. Mais cedo ou mais tarde... quando menos esperar, serão as respostas a virem ter consigo.
Envio-lhe um grande abraço.
José António
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gostei muito da musica
bom gosto
beijinhos